Archive for setembro \30\UTC 2009

Zagueiro Pedro é novidade no elenco do Verdão

30/09/2009

Como havia prometido na chegada ao Palestra Itália, o técnico Muricy Ramalho começa a dar espaço a alguns talentos do Palmeiras. Integrante do time de juniores do Verdão, o zagueiro Pedro passou a treinar com os profissionais nesta quarta-feira.

Muricy Ramalho viu a necessidade de integrar mais um defensor ao grupo. O motivo: Maurício Ramos irá ficar longe dos gramados por 30 a 40 dias.

O titular da zaga palmeirense sofreu uma lesão aguda no púbis durante a vitória de sábado sobre o Atlético-PR, na capital paulista. O defensor foi substituído por Maurício ainda na etapa inicial.

Além de Pedro e Maurício Ramos, o Palmeiras conta com Danilo, Marcão, Maurício e até o experiente Edmilson para formar o miolo da zaga. Nos últimos jogos, o clube de Palestra Itália passou a utilizar com frequência o esquema 3-5-2.

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Arena Palestra Itália: exploração assinada

30/09/2009

A manhã desta quarta-feira marcou mais um importante passo do Palmeiras rumo à modernização do Palestra Itália.

A WTorre e a Traffic assinaram um acordo de exploração comercial da futura Arena do Verdão. Caberá à Traffic vender camarotes, negociar eventos, shows, cuidar da área de alimentação e também vender o direito sobre o nome do estádio: “Esses direitos custam caro, podem chegar a R$ 100 milhões ou até R$ 150 milhões. Aceitamos o nome de alguma empresa no estádio, mas desde que o Palestra Itália seja mantido junto” disse o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo.

Walter Torre, presidente da WTorre, comentou que faltam pequenos detalhes burocráticos para as obras enfim começarem (eram necessárias 86 aprovações – restam 3): “A mais complicada é da CET, que tem a lei de contrapartidas. Não é algo mensurável, não há uma tabela definida. Os técnicos da CET analisam o envolvimento da obra junto ao trânsito da região. Então, ficamos responsáveis por alargamento de ruas, instalações de sinais. Esperamos que eles nos deem essas qualificações até outubro” disse o empresário.

A expectativa de todos envolvidos no projeto é que a Arena esteja finalizada no começo

Museu de craques: Djalminha

30/09/2009

Djalminha jogou no Flamengo e no Palmeiras, mas foi no La Coruña, da Espanha, aonde passou grande parte da carreira.

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Formado nas divisões de base do Flamengo, Djalminha fez seu primeiro jogo, entre os profissionais, em uma partida contra o América-RJ, válida pelo Campeonato Carioca de 1989.

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Tinha um futuro promissor na Gávea, contudo, após uma discussão e troca de empurrões, com o então companheiro de equipe Renato Gaúcho, deixou o clube pela porta de trás.

Do Flamengo seguiu para o Guarani, em 1993, tendo permanecido duas temporadas no clube de Campinas, antes de se transferir para o futebol japonês. Não se adaptando à vida no Japão, no mesmo ano em que saiu, retornou ao Guarani.

Em 1995, Djalminha foi contratado pela multinacional Parmalat para jogar no Palmeiras, à época, repleto de grandes jogadores como Cafú, Júnior, Flávio Conceição, Rivaldo, Müller e Luizão. Com esse timaço, o Palmeiras venceu o Campeonato Paulista de Futebol de 1996, quando seu ataque atingiu a histórica marca de 102 gols anotados. Mais tarde, Djalminha chegaria a declarar que aquela fora a melhor equipe pela qual já havia atuado, em toda sua carreira.

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A carreira de Djalminha atingiu seu ápice, em 1997, quando foi convocado para a Seleção Brasileira, que disputou e conquistou a Copa América. A partir deste seu sucesso na Seleção, o reconhecimento internacional acabou rendendo-lhe a passagem para a Europa, mais precisamente para a Espanha, aonde veio a defender o Deportivo la Coruña, de 1997 a 2002.

Na Galícia, tornou-se ídolo, após a conquista inédita do Campeonato Espanhol de 1999/00. Entretanto, na temporada 2002, o temperamento de Djalminha tornou a atrapalhar sua carreira, visto que, durante um treino, ao desentender-se com seu treinador, agrediu-o com uma cabeçada. Naturalmente, foi afastado da equipe e negociado com um clube da liga austríaca, o Austria Wien.

Porém, o pior de tudo foi que a notícia de seu ato indisciplinar também acabou repercutindo em seu futuro na Seleção Brasileira. Antes cotado para a disputa da Copa do Mundo de 2002, Djalminha acabou ficando de fora dos planos do técnico Luís Felipe Scolari.

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Em 2003, após uma temporada inteira na Áustria, voltou ao Deportivo la Coruña, após especulações de um possível retorno ao Palmeiras, que então encontrava-se na Série B. Por fim, um ano mais tarde, encerrou sua carreira aos 34 anos no América do México.

Vídeo para relembrar nossos craques

30/09/2009

Verdão tem 62% de chances para ser campeão do Brasileirão

28/09/2009

O Palmeiras tem 62% de ser campeão do Brasileirão e 97% para se garantir na Libertadores 2010, e mais uma coisa os Bambis tem menos chances de ser campeão do que o Goiás.

1º Palmeiras 62%

2º Goiás 13%

3º São Paulo 11%

4º Internacional 7%

5º Atlético-MG 5%

6º Grêmio, Vitória 1%

Os cem mil mais bem pago na história do Fultebol!

26/09/2009

A direção do Palmeiras resolver pagar a multa de R$100.000,00 para contar com o zagueiro Danilo na vitória de hoje contra o Atlético-PR.

Danilo foi o principal personagem do jogo.

1 – Deu assistência para o gol do Figueroa
2 – Fez um gol contra
3 – Fez o gol da vitória
4 – Salvou um gol do Atlético em cima da linha.

Parabéns diretoria pela decisão.

Histórico do confronto: Palmeiras x Atlético/PR

26/09/2009

Da assessoria de imprensa do Palmeiras

Geral: 33 jogos
16 vitórias do Palmeiras [ 50 gols ]
11 empates
06 vitórias do Atlético-PR [ 37 gols ]

No Campeonato Brasileiro: 23 jogos
08 vitórias do Palmeiras [ 28 gols ]
09 empates
06 vitórias do Atlético-PR [ 27 gols ]

>> Como mandante, o Palmeiras só foi derrotado uma única vez para o Atlético-PR, por 2×0, em 2007: foram outras 8 vitórias e 5 empates em 14 jogos disputados. Foram 24 gols marcados e 14 sofridos.

>> O primeiro jogo da história entre os dois clubes aconteceu em 23/01/1938, pelo Torneio do Paraná, e o então Palestra Itália venceu por 3×1 jogando no estádio Joaquim Américo, na Baixada – Curitiba/PR. Na ocasião, o Palestra também sagrou-se campeão da
disputa.

>> No estádio Palestra Itália, o primeiro jogo entre os dois times aconteceu em 18/08/1968, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, e o Verdão venceu por 1 a 0, gol de Servílio.

>> O primeiro jogo da história entre os dois clubes pelo Campeonato Brasileiro aconteceu em 05/09/1973, no estádio Couto Pereira, em Curitiba-PR. O placar foi de 1 a 1. Caio fez para o time paranaense e César para o Verdão.

>> No 1o. turno da competição desse ano, Atlético-PR e Palmeiras empataram em 2×2, na Arena da Baixada. Rafael Santos e Marcinho fizeram para os atleticanos, e Obina e Keirrison para o Verdão, que jogou com Marcos; Wendel, Maurício Ramos, Marcão e Armero; Pierre, Jumar (Deyvid Sacconi), Cleiton Xavier e Diego Souza (Ortigoza); Willians (Obina) e Keirrison. O técnico era Vanderlei Luxemburgo.

>> Últimas partidas entre as duas equipes:

20/06/09 – Atlético 2 x 2 Palmeiras
31/08/08 – Atlético 1 x 2 Palmeiras
01/06/08 – Palmeiras 1 x 0 Atlético
16/09/07 – Atlético 2 x 1 Palmeiras
24/06/07 – Palmeiras 0 x 2 Atlético
15/10/06 – Palmeiras 2 x 2 Atlético
04/06/06 – Atlético 2 x 0 Palmeiras

> Maiores goleadas: o resultado mais expressivo do Verdão aconteceu no Brasileiro de 1975, por 4×2, no estádio Couto Pereira, gols de Edu, Itamar, Nei e Fedato. Já o time paranaense venceu o Palmeiras por 4×0 no Brasileiro de 2005, na Arena, gols de Lima/2, Denis Marques e Finazzi.

> Curiosidades: o placar de 1×0 é o mais comum entre os dois times: aconteceu em 7 dos 33 jogos da história, seguido pelo placar de 3×1, que aconteceu 6 vezes, e o 2×0, que ocorreu 5 vezes. Já as goleadaspor três ou mais gols de diferença ocorreram em apenas 1 ocasião.

Diego Souza é convocado para seleção

24/09/2009

O meia Diego Souza foi convocado pelo técnico Dunga para os dois últimos jogos da seleção brasileira nas Eliminatórias da Copa, contra Bolívia (11/10) e Venezuela (14/10).

Diego desfalcará o Palmeiras em duas rodadas do Brasileirão, contra Avaí (no Palestra Itália) e Náutico (em Pernambuco).

Calamos a boca da imprensa!

24/09/2009

Sei que a imprensa vai falar um monte, vão falar que o juiz ajudou o Verdão, vão falar que o São Paulo tem o melhor elenco, mas ganhamos isso que vale!

Geralmente jogamos bem no Mineirão, mas nessa altura do campeonato retrospecto, sorte, azar, nada disso vale como estatística ou prenúncio de jogo tranquilo.

Foi um grande jogo na parte emocional, taticamente ficamos devendo, apesar disso alguns fatores jogaram a nosso favor.

O nervosismo do time Cruzeirense e a estrela de Diego Souza e Vagner Love com a determinação do Souza.

Marcão falhou feio no primeiro gol, alias, é um estilo de gol que adoramos tomar, compensou um pouco com muita raça no 2º tempo. Jumar teve alguns momentos, mas não é jogador para ser titular, sou mais Sandro Silva.Com os dois (Marcão/Jumar) em campo a emoção está garantida.
Realmente complicado analisar a parte tática, depois da expulsão de Armero, que deixou os companheiros numa baita roubada, fomos atacados o tempo todo.

Só mais um recadinho para os Bambis só digo isso CHORA!!!

Analise do time:

Love e Diego Souza foram os melhores, tanto que o gol do Diego saiu de uma falta em cima do Love. Wendel jogou mal e Marcão também, Marcos catou muito bem simplesmente o melhor do Barsil não tem como falar que o Rogério é melhor não da mesmo!

Museu de craques: Julinho Botelho

23/09/2009

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Julinho é este que está na imagem em com o rosto em destaque.

Um dos maiores pontas-direita da história do futebol mundial, Júlio Botelho, nasceu em 29 de julho de 1929, faleceu em 10 de janeiro de 2003. E jogou na nossa, na dele Sociedade Esportiva Palmeiras. Foi vaiado mesmo antes de entrar em campo, e fez ser no Maracanã. Recusou jogar uma Copa do Mundo. Fez história… Foi esquecido.

Iniciou a carreira no Juventus da Rua Javari, mas logo se transferiu para a Portuguesa em 1951, onde formou um time lusitano histórico, com Djalma Santos, Pinga e Brandãozinho. Foi jogar em Florença, na Itália , onde foi eleito, em uma votação realizada em 1966, o maior jogador da história da Fiorentina. E em 1958, com saudades da família voltou ao Brasil pra ser o maior ponta-direita do time de coração.

Primeiramente vamos falar dele na Seleção Brasileira, disputou a Copa de 1954, marcando um dos gols mais bonitos daquela Copa, contra o México. Apesar do bom momento que vivia, nao disputou o Mundial de 1958. Injustiça? Não. Cárater. Julinho alegou que por jogar fora do país nao seria justo disputar a Copa no lugar de um que jogava no seu país de origem. Quando já defendia nossas cores, em 13 de maio de 1959, a Seleção Brasileira enfrentaria a Inglaterra no Maracanã, em um amistoso. Julinho substituiria Garrincha, acima do peso, que ficaria no banco, quando foi anunciado seu nome, 160 mil pessoas o vaiaram. Como podem vaiar algum jogador antes mesmo de entrar em campo? Como podiam vaiar Julinho? Os cariocas pareciam nao saber quem era Julinho. Tolos. As vaias viraram cinco minutos de aplausos. Primeiro fez jogada magistral no primeiro gol. Depois passou a entortar os beques ingleses. E corou a epopéia pessoal com um dos gols mais bonitos da história do Mario Filho. Em 15 minutos Julinho havia se apresentado aos cariocas. Desde de 1950, o Maracanã nao havia ovacionado mais ninguém, nao daquele jeito. Se nao tivesse tropeçado no último degrau da escada que levava ao gramado, diria que ele sequer ouviu as vaias. Fez 31 partidas com a camisa canarinho.

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Agora vamos de Palmeiras, o maior imortal da nossa camisa 7 de tantas glórias,tantas histórias, shows, dribles, gols e títulos.

Chegou em 1959 pra fazer da Primeira Academia, e chegou mostrando a que veio, ser campeão, ser ídolo. Conquistou o Supercampeonato Paulista contra o Santos de Pelé, numa das mais eletrizantes finais da história do estadual. Foi fundamental logo no seu primeiro título. Fez parte do elenco que disputou o jogo histórico em que o Palmeiras vestiu a camisa da Seleçao e goleou a seleção uruguaia por 3 x 0 na inauguração do Mineirão. Dias antes desse jogo, Julinho sentiu uma contusão e pediu pra nao jogar, Filpo Nuñez preparou Germano. Chegando ao Mineirão, no vestiário, Julinho puxou Don Filpo Nuñez e disse que queria jogar, nem que fosse com uma perna só. Mesmo “com uma perna só” fez a jogada que resultou no penalti do primeiro gol palmeirense. Saiu no intervalo, já tinha cumprido seu papel.

Julinho estreou no Palmeiras, seu time de coração, num amistoso contra o São Paulo, em 26 de junho de 1958, vitória palmeirense por 4 x 3. Se despediu em 12 de fevereiro de 1967, em outro amistoso, dessa vez contra o Náutico, vitória por 1 x 0.

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Atuou no time que amava em 269 partidas, venceu 163, empatou 53 e perdeu 53. Fez 81 gols.

Nos nove anos que defendeu nosso Palmeiras ganhou:

2 Campeonato Paulista em 1959 e 1963

1 Taça Brasil de 1960

1 Torneio Rio-São Paulo de 1965

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Julinho era alto, forte e ao mesmo tempo rápido, dono de uma habilidade incrivel, nao tinha o biotipo comum ao de pontas, normalmente baixos, magros e de pernas curtas. Um dos maiores pontas do Mundo, o maior da nossa história, o primeiro a quem a número 7 caiu como uma luva quebrou todos os esteriótipos de um época que o baixinho, troncudo das pernas tortas era idolatrado. Nao chegou a ser um Garrincha mas ofuscou um pouco o brilho do Mané. E fez mais que isso, virou, é ídolo da Sociedade Esportiva Palmeiras, uma honra para ele, maior ainda pra nós que temos o privilégio de tê-lo na nossa história.

Na sua despedida contra o Náutico, saiu aos 32 minutos do primeiro e deu lugar ao peruano Gallardo. Na primeira bola que o peruano errou o estádio inteiro puxou em coro: “Volta Julinho!”

Após a partida contra a Inglaterra que ele foi vaiado e depois ovacionado pelos torcedores cariocas, os jornais ingleses estamparam a seguinte manchete: “O Brasil agora tem dois Garrinchas”.

Antes de entrar em campo no mesmo jogo, ouvindo as vaias no vestiário, percebendo o que estava acontecendo, Nilton Santos chegou pra ele e disse: “Vai lá e faça eles engolirem essa vaia”. Ele obedeceu.

No seu ultimo ano de Fiorentina, querendo vir embora com saudades do Brasil ganhou o apelido de “Senhor Tristeza”.

Quando estava internado na UTI em 2003, a familia de Julinho recebia ligaçoes diárias de dirigentes da Fiorentina querendo informações sobre sua saúde. Julinho faleceu de problemas cardíacos.

O locutor Geraldo José de Almeida deu o apelido de “Flecha Dourada” a Julinho.